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Como é, na prática, uma ótima people analytics
MAR 11, 2026
People analytics vem sendo prometido como transformador há uma década. Uma líder de pessoas compartilha o que separa as organizações que realizaram essa promessa daquelas que ainda usam tabelas dinâmicas.
O problema de qualidade de dados de que ninguém fala
Toda conversa sobre analytics acaba esbarrando na mesma parede: os dados não estão limpos o suficiente para confiar neles. Cargos aplicados de forma inconsistente, atribuições de gestores não atualizadas quando as equipes são reestruturadas, registros de licença que não foram mantidos, avaliações de desempenho que foram inseridas retrospectivamente para cumprir um prazo. Antes de investir em capacidade analítica, invista em qualidade de dados: defina padrões de dados, audite o HRIS regularmente e atribua a propriedade de cada campo de dados a uma pessoa específica que seja responsável por sua precisão. Analytics construído sobre dados ruins produz números com aparência de confiança, mas errados.
Começando com uma pergunta de negócio
As organizações com as funções de people analytics mais maduras compartilham uma característica: começam cada análise com uma pergunta específica de negócio, e não com os dados que por acaso têm. 'Por que a rotatividade voluntária na função de vendas está maior do que a média da empresa?' é uma pergunta de negócio. 'Aqui está um gráfico de todos os dados que temos sobre nossos funcionários' não é analytics; é relatório. A pergunta de negócio determina de quais dados você precisa, que análise deve executar e como é uma resposta útil. Também torna a saída imediatamente relevante para a pessoa para quem você está apresentando.












































